Gostou da nova atração da Disney? Quer entrar no mundo de Auradon? Faça parte desse mundo mágico, seja herói, vilão, princesa, bruxa ou o que quiser!
 
FAQInícioMembrosGruposPortalRegistrar-seConectar-seBuscarCalendário

Compartilhe | 
 

 Casa dos Gritos

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo 
AutorMensagem
Malévola
avatar
Administrador

Administrador
Mensagens : 13
Data de inscrição : 06/10/2015

MensagemAssunto: Casa dos Gritos   Dom Set 04, 2016 8:25 pm


Casa dos Gritos


Localizada em Hogsmeade, a Casa dos Gritos ganhou esse nome devido aos constantes gritos e gemidos que vinham de dentro dela, a cerca de 20 anos atrás. A casa foi silenciada há anos, mas a reputação de ser a casa mais sombria da Grã-Betanha permanece. As janelas são fechadas com tábuas e o jardim é úmido e mal cuidado. Considerada a casa mais mal-assombrada da Grã-Bretanha, até os fantasmas de Hogwarts a evitam, porque dizem que lá é o lar de uma estranha figura. Atualmente, se sabe que a casa servia como asilo para o lobisomem Remus Lupin ficar nas noites de lua cheia, quando estudava em Hogwarts. Existia um túnel entre o Salgueiro Lutador, nos jardins da escola, até a Casa dos Gritos. Quando Lupin se transformava obviamente ele gritava e produzia barulhos estranhos, além dos barulhos provocados pelos seus amigos, então as pessoas que moravam por perto pensavam (e ainda pensam) que a casa era mal assombrada; os Marotos não tiveram objeções a essa fama da casa porque assim as pessoas se mantinham afastadas, principalmente em noites de lua cheia.

w w w . h o g w a r t s . c o m . b r

________*_________

Maleus Malleficarum
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário http://descendentes-rpg.forumeiros.com
Cherry Thompson
avatar
Afilhado da Fera

Afilhado da Fera
Idade : 15
Mensagens : 25
Localização : Hogwarts || Chalé Thompson
Data de inscrição : 02/09/2016

MensagemAssunto: Re: Casa dos Gritos   Dom Set 04, 2016 8:26 pm





Licantropy.

The Shrieking Shack

Tão logo passou a lua cheia, uma outra chegou, e novamente aquela ansiedade abatera a garota Corvina, a fobia de atacar alguém, ainda mais um conhecido. Enquanto observava o caldeirão fumegante com a poção de Mata-Cão, sentiu um leve arrepio percorrer sua espinha, os sinais de que a transformação em breve aconteceria. Alguns minutos mais tarde, finalizando o cozimento, Cherry pegara uma concha e com ela encheu o cálice dourado com o líquido vermelho que borbulhava devido à fervura. Fechando os olhos com força, tomou um gole, obrigando a passar pela garganta. O amargor da poção inundou sua boca, enquanto ela reunia coragem pra finalizar o cálice de uma única vez. Anteriormente quando preparara não havia ficado tão ruim, mas também não havia sido lá muito eficaz, afinal era o que achava, visto que se lembrava de como estava ao amanhecer, sendo assim, esperava ficar um pouco menos lupina diante do brilho prateado da lua esta noite. 

Esvaziou o cálice e largou-o a um canto junto ao caldeirão quase vazio e a concha que utilizara. Respirou fundo, saindo daquela sala de aula qualquer e lançou um feitiço na porta para que quem passasse por ali não resolvesse entrar. Trajando leggings e uma camiseta branca, bem folgada se direcionou para o salgueiro lutador, localizou um tronco e apertou o nó, imobilizando a árvore e liberando uma passagem pela qual entrou rumo à Casa dos Gritos. Sentiu uma fisgada na mão esquerda, indicando que ela estava deixando de ser uma garota e estava se tornando uma loba. Fechou o punho e começou a correr pelo corredor estreito até chegar no andar de baixo da casa. Tão logo chegou,  sua visão turvou, a mente escureceu e o ruído de madeira partida invadiu o ambiente. 

"A loba soltou um uivo agudo, sentia por estar solitária, nem as criaturas eram amigas dela, com medo de se tornarem a próxima refeição. Diante disso, ela passou as longas patas ao redor do próprio corpo, se arranhando, sentindo os filetes de sangue escorrer por entre os pêlos, uivou novamente, achou o pedaço quebrado de um espelho e fitou o reflexo formado de maneira intrigada, vendo a própria ferocidade, num ímpeto soltou o objeto e passou as longas unha negras pela sua face, causando-lhe arranhões profundos. Um pequeno "squick, squick", denunciara a presença de um roedor na sala, aguçando os sentidos da fera, lembrando-a que precisava se alimentar. Logo assumiu uma posição de ataque e aguardava para dar o bote. Não levou muito tempo e logo o ratinho entrou em seu campo de visão, com um salto ela abocanhou sua presa. Sentindo a maciez da carne, mas percebendo que aquilo ainda não era o suficiente para saciar-lhe a fome. Não demorou muito e ela já tinha localizado mais meia dúzia de roedores, finalizando-os com uma mordida. Cansada de caçar a comida, começou a andar de um lado para o outro, farejar o local, para enfim se acostumar com seu hábitat temporário. Sentia que estava menos feroz, mas ainda não possuía faculdade mental humana, o fato de não discernir os pensamentos irritavam a loba, fazendo com que ela se arranhasse de maneira violenta. O sono foi chegando e ela se largou em um canto no chão."

A corvina acordou sentindo a ardência dos arranhões, e um chão de madeira não muito confortável sob seu corpo. Rolou os olhos pelo local, vendo que havia uma "nova decoração", percebia que havia mais móveis quebrados, mas o choque maior foi quando encontrou o pedaço de um espelho e encarou seu reflexo. Seu rosto estava com marcas de unhas, os olhos encontravam-se em profundas olheiras, o brilho do azul havia desaparecido, dando lugar a uma melancolia. Respirou fundo, e se levantou, estava com parte das roupas ainda, mas era nítido que os braços estavam bem machucados. Abraçando o próprio corpo, Cherry se encaminhou para fora dali, retornando ao castelo.




Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Cherry Thompson
avatar
Afilhado da Fera

Afilhado da Fera
Idade : 15
Mensagens : 25
Localização : Hogwarts || Chalé Thompson
Data de inscrição : 02/09/2016

MensagemAssunto: Re: Casa dos Gritos   Dom Set 04, 2016 8:27 pm




I just can't escape

But I could use a night away from an empty home

A morena ravina havia acabado de se despedir de seus animais de estimação, Snuffles - o basset preto - e Batman - o pelúcio. Deixara-os no dormitório, atravessando a aldrava de bronze, apenas com sua varinha e um frasquinho de poção Mata-cão. Balthazar a fizera prometer que a tomaria regularmente. Da última que a vira, ela possuía marcas branco-peroladas nos brancos, indícios da cicatrização, mas que mostrava que ela havia esquecido de amenizar seus efeitos lupinos. Vestia seu uniforme mais surrado, caminhando apressadamente até o Salgueiro Lutador, não podia arriscar a Floresta Proibida. Parece que descobriram que a mesma existia, e agora, era point. Extremamente frequentada nas horas mais impróprias.

Ela parou diante do Salgueiro que se debatia violentamente. Respirou fundo, tomando coragem e procurou um galho seco e comprido. Não demorou muito a encontrar um ali caído, era um pedaço da própria árvore. Com uma certa dificuldade em localizar o nó que a paralisaria, Cherry o acertou. Instantaneamente a árvore se imobilizou, deixando-a se aproximar e passar pela estreita passagem que lhe fora revelada. Não havia ninguém ali, soltou um suspiro aliviada. Abriu o frasco que carregava, virando-o de uma vez. Não era tão saborosa quanto um suco de abóbora, mas ainda assim era bebível. Fora muita gentileza de seu amigo enviar algumas doses via coruja. Ela caminhava devagar pelo chão de madeira que rangia a cada passo. A esta altura, o Salgueiro já devia ter voltado a se mexer. 

Sem pressa, ela subiu os degraus, indo para o outro piso. Chegando ali, ela perscrutou o olhar no quarto em que havia chegado. Uma cama de dossel semi-destruída, com trapos rasgados estavam em seu campo de visão. Uma janela fechada com tábuas que deixavam passar o brilho do luar, que em contato com sua pele a fez se transformar. Um uivo agudo, mas não dolorido, se fez ouvir. O corpo fora coberto pelos pêlos, as mandíbula se alongou, e as presas afiaram. Os membros superiores e inferiores aumentaram, adquirindo a forma animalesca. A única característica de que era uma garota por baixo de tudo aquilo, eram os olhos claros, numa cor profunda.

A loba ouvia agora com atenção, ela sabia que havia pequenos animais que poderia utilizar de alimento. As orelhas em posição de alerta, os olhos capturando o mais sensível dos movimentos e o focinho seguindo a trilha daquilo que parecia ser um rato que havia passado por ali. Um guincho se ouviu, bem como o baque brusco da licantropa pulando e pegando sua presa, se deliciando com a carne fresca. E mais, e mais outro... A pilha de ossinhos só crescia, até que a loba cansou de perseguir e comer. 

Ela ouviu um rangido no andar de baixo, ponderou suas possibilidades, querendo ver do que se tratava, mas outro som a fez ficar onde estava, o olhar lupino na escuridão esquadrinhava o que havia causado o segundo ruído. Nada... Absolutamente NADA. Talvez, fosse então, alguém do lado de fora - a salvo de uma possível carnificina - e que talvez tivesse ido embora.

Uma seqüência de uivos curtos se fizeram ouvir... ela ODIAVA ficar sozinha. Sua companheira tigresa não pôde vir hoje, e ela não sabia porquê. Não havia outra que pudesse lhe fazer companhia. Começando a ficar irritada, a loba pôs-se a deitar na cama quase destruída e, dominada pela raiva, começou a arranhar suas patas inferiores. Não contente, após arrancar grossos filetes de sangue, direcionou o ataque para as costelas e as patas superiores, obtendo o mesmo resultado que dantes. Uma única patada atingiu o focinho e o sangue começou a escorrer. A loba, então, se encolheu, colocando a pata sobre o local atingido, na tentativa de estancar o sangue. Um uivo baixo e grave seguia a cena. Por fim ela adormeceu.


Os poucos raios de sol adentravam a janela, iluminando a menina no lugar que outrora estivera a loba. Abriu os olhos com dificuldade, sentindo a ardência da claridade nas orbes claras, bem como uma dor intensa no corpo todo. Por instinto, passou a mão no rosto, e sentiu os cortes que havia inflingido em si mesma. Ela não se preocupava com a cicatriz, mas a dor era algo que adoraria evitar. Devagar, ela se levantou da cama analisou o que vestia, desta vez, os pedaços de pano estavam maiores, mas nem a poção de mata-cão conseguira evitar que ela se machucasse. Será que deveria informar Balthazar sobre isso? Haveria uma poção mais forte? Espreguiçou-se, sentindo todos os ossos voltarem ao seu devido lugar e um grito levemente agudo saiu de sua boca, indicando que estava dolorida. Dali ela saiu, seguiu pelo caminho de volta ao castelo. Precisava de alguns cuidados imediatos.
 
[OFF]

" />


Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Cherry Thompson
avatar
Afilhado da Fera

Afilhado da Fera
Idade : 15
Mensagens : 25
Localização : Hogwarts || Chalé Thompson
Data de inscrição : 02/09/2016

MensagemAssunto: Re: Casa dos Gritos   Seg Set 19, 2016 11:25 pm




I'm no hero

but I'm not made of stone

Aquela lua era diferente. Charlotte estava ocupada com seus deveres de monitoria, era até melhor que ela não estivesse ali presente, minha TPM estava um inferno, pra completar, minha vida estava de pernas pro ar. Eu me sentia mais loba do que nunca, mesmo não tendo consciência de quando estava transformada... Eu me sentia mais lupina, mais feroz. Nervos à flor da pele. Sempre que olhava via minhas unhas transformadas em garras, acabava me arranhando com elas pra me acalmar. Péssimo hábito, por sinal. Teria mais cicatrizes do que as bonecas do filme Coraline, se continuasse assim, mas não me importava. Havia pedido "demissão" das Cheerleaders, não estava vendo sentido em permanecer, aquilo nunca foi meu mundo. Lotte tinha razão e quase a perdi por isso, sou uma idiota mesmo. Balancei a cabeça revoltada. A noite havia chegado. Passei rapidamente pela cozinha, pedindo alguns filés mal passados pra viagem, claro que os elfos me deram, eles faziam tudo para agradar os alunos. Dei de ombros, mastigando, enquanto a carne ainda pingava sangue pelos corredores. Não bastava minhas unhas terem se transfigurado em garras, meus dentes eram presas agora. Não que eu esteja reclamando, ao contrário, era ótimo, ainda mais quando se queria comer algo mais "fresco". Alguns diziam que a licantropia era uma maldição... Eu achava isso também, afinal podia machucar aqueles mais próximos à mim, aqueles que me importavam, de verdade. Bom, Melody estava viajando, resolvendo coisas de família e ela podia virar uma gata-leopardo... E Lotta era uma simpática tigresa. Portanto, não tinha mais ninguém que eu precisasse me preocupar. Aliás... Quem cruzasse hoje o meu caminho, seria transformado em lanche de loba. Literalmente, um big X-Picanha mal passado. Eu estou muito irritada, isso antecipou parte de minha transformação, como já comentei. O sangue do filé escorria pelos meus lábios, suficiente para deixá-los numa cor mais carmesim, poder-se-ia dizer até que era um batom de alguma daquelas marcas trouxas que eu não fazia questão de saber o nome. O vento soprou balançando a copa das árvores, alguns diriam que era um mau agouro aquela mudança de direção do zéfiro, eu digo... Banquete! Nunca, de fato, confessei a ninguém que este meu lado cruel vinha aflorando cada vez mais, a cada lua... Eu poderia parar isso, tomando aquela poção "Mata-cão", mas quem disse quero matar o MEU cão? Esbocei um sorriso sarcástico em meu rosto de porcelana, muitos acreditavam que eu era doce, meiga e fofa... Ah, eu até era. Exceto quando sentia o cheiro de alguém querendo me fazer de otária. Algo de errado não está certo... Não está mesmo. Não havia nada que testasse mais a minha paciência ou a minha natureza gentil do que isso. E eu havia sentido. Podem até dizer que é paranóia, mas sabe... Comigo não tem dessas ou é lua cheia ou é lua nova. Preto no branco. Porque não tenho um pingo de paciência pra ser legal com quem quer me fazer de trouxa. Já estava dentro da Floresta Proibida quando avistei a clareira que aguardava minha transformação. Tirei as poucas roupas que vestia, estava nua, tomando um banho de lua. Quando começou. Havia algo diferente. Não sei se era a raiva que eu sentia que se misturou com a minha pele se rasgando, ou se realmente eu havia abraçado aquela "maldição" que já não sentia mais dor em ter os membros alongados quase que para fora de meu corpo. Pêlos cresceram, confesso que ainda lutei para ficar consciente, mas a última coisa que sei que fiz foi soltar um uivo prolongado e raivoso.


A loba andava com as quatro patas no chão, faminta ela parou à espreita. Queria apenas um humano, precisava! Ouvia tudo o que acontecia no coração da Floresta, cada batimento cardíaco de cada criatura ali presente, ela ouvia. Mas hoje ela se daria ao luxo de comer carne de primeira. Seu subconsciente ansiava por alguém em específico, mas sua mente lupina não permitia que ela pensasse com clareza. Continuou farejando silenciosamente. Algo lhe dizia que crianças idiotas e desavisadas apareceriam ali, ou pelo menos uma delas. Continuou caminhando lentamente, chegando a um lago, parou ali para tomar um pouco de água. Com delicadeza, sua língua sorvia o líquido cristalino, enquanto ela abstraía aquele som para detectar se alguém havia entrado em seu território.
 
[OFF]

" />


Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Cherry Thompson
avatar
Afilhado da Fera

Afilhado da Fera
Idade : 15
Mensagens : 25
Localização : Hogwarts || Chalé Thompson
Data de inscrição : 02/09/2016

MensagemAssunto: Re: Casa dos Gritos   Ter Set 20, 2016 7:53 pm


 
Leis... leis...
Cause your soul is on fire, a shot in the dark, what did they aim for when they missed your heart? I breathe underwater it’s all in my hands... What can I do? Don’t let it fall apart! A shot in the dark!!!
 
O  céu cinzento indicava uma tempestade mais tarde, no entanto, isso não me importava, havia assuntos mais urgentes do que uma chuvinha. (-q) Sobre a minha mesa, havia as ordens do ministro, leis sendo requeridas, eu ainda não havia terminado de ler, mas já havia visto algumas inconsistências com o que havia no papel. Peguei a pena que ficava a minha direita, costume por ser destra, molhei no tinteiro e risquei com um traço firme o que não poderia manter e acrescentei na minha caligrafia corrida a devida mudança. Prossegui a leitura, mais alguns artigos e parágrafos riscados, novas considerações a serem feitas e... uma dúvida. Voltei a pena para o tinteiro, e fui até a sessão de códigos do Departamento de Leis. Código de Processo Bruxo Civil... Código de Processo Bruxo Penal... Código.. AQUI! Código Bruxo Civil. Meus passos me guiaram de forma automática para minha mesa, enquanto meu nariz quase roçava a página do livro aberto, na busca de sanar meu questionamento.

- Aí está! "Animagos (independente do animal a que se transformam), licantropos e seres dotados de inteligência, mesmo na qualidade de criaturas têm o direito à emprego, saúde básica, além de livre circulação, sem sofrer discriminação..." - pousei o livro sobre um dos muitos pergaminhos ali dispostos e acrescentei este trecho às anotações.

Corri os olhos pelo restante, passando para o próximo pedido. Tratava-se de uma nova legislação para os transportes. Suspirei, havia um elfo zanzando próximo ali:

- Marmaduke, venha cá! Traga um frappuccino de cerejeira com morango e um croissant de queijo com catupiry. O mais rápido possível, porque preciso comer, mas não posso sair daqui...


[off]  
Post que se passa no 1º Nível do MM, estou com amigos e eu gostaria de ter mais criatividade. Ouvindo One last kiss goodbye do Hinder.
petit désir!
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Conteúdo patrocinado




MensagemAssunto: Re: Casa dos Gritos   

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Casa dos Gritos
Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo 
Página 1 de 1
 Tópicos similares
-
» Uma casa de doces?! (missão)
» Ateh quim fim coloquei Net Na minha casa!!!!
» [Game Of Thrones] Teste qual a sua casa.
» A casa do terror
» [Casa] Eight

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
Descendentes :: Plataformas-
Ir para: