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 Druella M. Rosier

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Malévola
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MensagemAssunto: Druella M. Rosier   Sex Set 02, 2016 11:34 am

Druella M. Rosier
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Druella M. Rosier
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MensagemAssunto: Re: Druella M. Rosier   Sex Set 02, 2016 11:43 am


Caught up in this madness... too blind to see.

Druella Rosier


Informações Pessoais


Nome Completo: Druella Melinoe Rosier
Apelido: Dru, Ella
Idade: 26
Data de Nascimento: 21 de Dezembro de 2019
Local de Nascimento: Mansão Rosier, situada no norte da Grã-Bretanha
Família: Rosier
Sangue: Puro
Coração: Bissexual
Habilidade: Empatia
Patrono: Não possui a habilidade de conjurar um patrono
Casa: Slytherin
Varinha: 26 cm de Pinheiro, com núcleo de Ferrão de Explosivins, flexível e Perfeita no Ataque!

RELACIONAMENTOS


Madeleine Blackwood Rosier:Nome da mãe
Allistair Cygnus Rosier :Nome do pai
Cedrella, Drina e Cedric Rosier:Nome dos irmãos
Phaedra Rosier Marek :Nome do madrinha
Arcturus Marek :Nome do padrinho
Altair Deneb Rosier e Melina Arkwright Rosier; Aldebaran Arkwright e Melusine Drakos Arkwright :Nome dos tios
Kamus Drakos Arkwright e Vincent Rosier:Nome dos primos
¬¬’ :Nome dos amigos
Inexistente :Nome do namorado

Aparência e Personalidade

Beauty of Annihilation, Your curiosity, feeding off my animosity, and the reason, is treason.

Lábios fartos cingidos em tons rubros, orbes esverdeadas e grandes destacando-se em seu rosto magro e levemente ossudo. Os longos cabelos acastanhados, levemente ondulados, cobrindo metade de suas costas dão-lhe um toque sensual, especialmente quando solta-os e balança-os contra o vento. Suas belas curvas são moldadas em 1,70 de altura e 68 quilogramas, bem distribuídas, principalmente na região dos quadris e dos seios.

Possui apenas uma tatuagem que é marca de Seguidora das Trevas, localizada em seu antebraço esquerdo. Quanto à outras marcas no corpo, em sua grande maioria são cicatrizes de tentativas de suicídio após alguns acontecimentos, possui riscos nos pulsos, no abdômen e próximo a jugular.

Desde pequena, aprendeu com sua mãe e sua irmã mais velhas como utilizar todas as armas que uma mulher poderia ter, incluindo a sedução. Portanto, aprendeu a se vestir e a andar como uma “Femme Fatale”. Comumente vestida com vestidos negros ou rubros, não abre mão do salto e do bico fino, a não ser quando sai em missões especiais requeridas pelo Lord. Tem paixão por vestidos com fendas, deixando as belas pernas à mostra no momento necessário. Aprecia também roupas de couro, em especial calças e capas. Botas de cano alto também fazem parte de seu vestuário, bem como decotes ousados.

Trama

Scream from the pleasure, unmask your desire… perishing!

Madeleine e Allistair eram comensais da morte de renome, que serviram às Trevas, e mesmo com o nascimento dos filhos, não deixaram suas vidas, crenças e valores de lado, muito ao contrário, continuaram para repassar o seu legado e ensinar a sua prole o que acreditavam ser o caminho certo. Descendente de sangue-puro, toda a linhagem pertenceu à Sonserina, escapando algumas vezes para o Instituto Durmstrang, mas ainda assim, todos tinham uma inclinação à pratica das Artes das Trevas.

A mansão Rosier conheceu a pequena Druella numa fria manhã de inverno, a poucos dias do Natal. Era a terceira filha de Madeleine e Allistair, o bebê nos braços da mãe pouco chorou quando nasceu, encarava a todos com avidez, mas o primeiro sorriso apareceu assim que os pequenos olhinhos focalizaram Cedric, seu irmão com 7 anos de diferença, outro sorriso fora estampado quando encontrou o olhar de sua irmã Cedrella, que tinha pouco mais de 3 anos. Quando a terceira Rosier completou 4 anos, sua mãe deu à luz a Drina, a caçula que Druella via quase como a uma filha e desenvolveu um senso de proteção extremo para com a mesma.

A infância da garota fora marcada pelos ataques e mortes que seus próprios pais causavam, chegou a ir à várias missões com eles, simplesmente pelo prazer que sentia de andar ao lado da morte. Sentia um prazer especial quando via a vítima se afogando no próprio sangue, ou quando via o denso líquido se esvair lentamente, bem como a vida escapava daquele que o perdia. Aprendeu com sua mãe como manejar lâminas, em especial adagas e athames. Hoje possui uma coleção deles, desde aqueles que são mais utilizados para enfeite, até os mais letais como punhais de lâminas negras e foscas. Além dessas de pequeno porte, possui também, espadas, lanças, maças e outros artefatos cortantes. Estes são os preferidos, mas a paixão por armas, não se restringe apenas à linhagem bruxa da mesma, possui encantamento por objetos letais de origem trouxa, como pistolas, revólveres, e tudo aquilo que pode matar. 

Druella é protagonista de uma história trágica, ainda que andando sempre pelo vale das sombras, tinha uma relação muito estreita com seus três irmãos. Sendo Cedric, o mais velho e por conseqüência o mais protetor, acabou sumindo em meio à uma missão para salvar as três meninas. Há anos não se ouve falar dele, há quem diga que está morto, mas a jovem comensal duvida do fato, porém, nada é certo quando o assunto é Cedric Rosier. Quanto à sua irmã, Cedrella, há algum tempo foi capturada e hoje está em Azkaban. Não nega sua servidão ao Lord, e à antiga Lady. Permanece encarcerada, mas sem entregar nenhum dos companheiros, principalmente a irmã, que ainda busca uma forma de tirá-la da prisão. O trauma maior e a deformação de caráter da bela mulher vieram quando ela viu sua irmã mais nova, Drina Rosier ser assassinada por aurores diante de seus olhos.
 

---x---

Era ainda a Lady que detinha o poder, Druella e Drina foram escaladas especialmente para a missão que se seguiria. A primeira pelo conhecimento em armas, e a segunda pela estrutura física e o rosto angelical que apresentava, eram ambas perfeitas para o que a mulher que dominava as trevas queria. A tarde de outono avançava lentamente, as duas mulheres vestidas com montarias e capas de couro. Druella carregava consigo lâminas e varinha, não querendo se utilizar disso, mas se fosse para proteger a caçula iria até o inferno - não que já não vivesse nele. Drina, por sua vez, aparentava ser uma adolescente saída de uma rave, a bem da verdade, ela era uma adolescente. Estavam,  as duas irmãs, naquilo que parecia ser uma versão da Travessa do Tranco francesa. A mais nova tinha por missão, recuperar o bracelete com incontáveis poderes para a Lady - como faria isso? Adentraria o lugar, em que supostamente estava, convenceria o dono a lhe mostrar e o "persuadiria" a entregá-lo. Sim, um plano perfeito. Seria ainda mais perfeito, se alguns de seus parceiros não tivessem sido capturados e entregado o nome dela. Apenas o dela. Não tinham conhecimento de que ela estaria acompanhada. Druella estava posicionada a um canto, com um feitiço desilusório, apenas seguindo a jovem Drina com os olhos. Tudo corria bem, ela viu a irmã murmurar um "Imperio" e obter a jóia, guardando-a no bolso da jaqueta que vestia, discretamente ela saía da loja de artefatos, mas para o que viria a seguir ela não estava preparada. O cerco contra a caçula se fechou de modo brusco, fora abordada por aurores em sua saída, sem tempo para se defender, um deles *apontou a varinha para a jovem*: 

- Levicorpus! - e havia agora uma Drina presa pelo tornozelo, de cabeça para baixo, se debatendo em busca de sua varinha. 

Um outro homem, surgiu, balançando o pedaço de madeira entre as mãos, com um sorriso cretino e debochou:

- É isso que procura, criança? - partiu-a no meio, contra a sua perna - Oops, fui meio bruto. Desculpe.

Ainda presa no ar, Drina tentava atingi-los com socos, e - uma frustrada tentativa de - pontapés.

- O que vocês querem? Por que me pegaram? Não tenho nada. - ela disse, na sua voz esganiçada de delinquente juvenil, a irmã assistia, tentando pensar numa forma de tirar as duas dali, vivas.

- Ah não tem nada? - um terceiro falou, arrancando risos dos outros. Quatro aurores, ou seriam mercenários a serviço do ministério? A segunda opção era a mais plausível. E o que se pronunciou há pouco, cheogu mais perto da menina, e apertou seu tornozelo no ar, com força suficiente para tirar o osso do lugar, arrancando um berro de dor - Tem sim, pirralha. Seu projeto de escória! - cuspiu ele.

Aquele que partiu a varinha, chegou mais perto, e começou a vasculhar os bolsos da menina que sentia uma leve tontura, por ficar tanto tempo de cabeça pra baixo, o sangue literalmente estava chegando em sua cabeça. Não demorou muito para que ele encontrasse a jóia que Drina fora buscar. Enquanto o auror se distraía com o bracelete, a menina alcançou-lhe a perna com uma mão e cravou suas unhas, arranhando-o profundamente, lhe dando uma sensação de ardência e um urro de raiva escaparia de seus lábios.

- Sua vadiazinha! - sem pensar, *agitou a varinha e sem som proferiu, apenas movimentando seus lábios* - "Dolohov".

Com um baque surdo, ela caiu no chão, Druella estava estática no seu esconderijo. Os quatro aurores sumiram em segundos, com o que vieram buscar. O rosto da comensal que observava estava banhado de lágrimas, ela sabia que eles não tinham ordem para matar, por isso logo sumiram. Chegou perto da menina, que cuspia sangue, vendo seus belos olhos verdes perderem a vivacidade, e abraçou-a contra si, aparatando num local que sua irmã adorava, um bosque, coberto com suas folhas amarelas, e próximo de onde moravam.

---x---

Druella Melinoe Rosier, era uma bruxa criada dentre as principais famílias de comensais, portanto tudo o que ela conhecia de certo era o que seus pais ensinavam. Quando chegou à vida adulta, tudo o que fazia era o que acreditava ser bom - era, deveras, uma visão deturpada, mas ainda assim, poder-se-ia considerar o seu coração puro. O mesmo aconteceu com seus irmãos e sua preciosa irmã mais nova, com quatro anos de diferença entre elas. Outono de 2040 - Era ainda a Lady que detinha o poder, Druella e Drina foram escaladas especialmente para a missão que se seguiria. A primeira pelo conhecimento em armas, e a segunda pela estrutura física e o rosto angelical que apresentava, eram ambas perfeitas para o que a mulher que dominava as trevas queria. A tarde de outono avançava lentamente, as duas mulheres vestidas com montarias e capas de couro. Druella carregava consigo lâminas e varinha, não querendo se utilizar disso, mas se fosse para proteger a caçula iria até o inferno - não que já não vivesse nele. Drina, por sua vez, aparentava ser uma adolescente saída de uma balada trouxa, também chamada de "rave", a bem da verdade, ela era uma adolescente. Estavam,  as duas irmãs, naquilo que parecia ser uma versão da Travessa do Tranco francesa. A mais nova tinha por missão, recuperar o bracelete com incontáveis poderes para a Lady - como faria isso? Adentraria o lugar, em que supostamente estava, convenceria o dono a lhe mostrar e o "persuadiria" a entregá-lo. Sim, um plano perfeito. Seria ainda mais perfeito, se alguns de seus parceiros não tivessem sido capturados e entregado o nome dela. Apenas o dela. Não tinham conhecimento de que ela estaria acompanhada. Druella estava posicionada a um canto, com um feitiço desilusório, apenas seguindo a jovem Drina com os olhos. Tudo corria bem, ela viu a irmã murmurar um "Imperio" e obter a jóia, guardando-a no bolso da jaqueta que vestia, discretamente ela saía da loja de artefatos, mas para o que viria a seguir ela não estava preparada. O cerco contra a caçula se fechou de modo brusco, fora abordada por aurores em sua saída, sem tempo para se defender, um deles *apontou a varinha para a jovem*: 
- Levicorpus! - e havia agora uma Drina presa pelo tornozelo, de cabeça para baixo, se debatendo em busca de sua varinha. 
Um outro homem, surgiu, balançando o pedaço de madeira entre as mãos, com um sorriso cretino e debochou:
- É isso que procura, criança? - partiu-a no meio, contra a sua perna - Oops, fui meio bruto. Desculpe.
Ainda presa no ar, Drina tentava atingi-los com socos, e - uma frustrada tentativa de - pontapés.
- O que vocês querem? Por que me pegaram? Não tenho nada. - ela disse, na sua voz esganiçada de delinquente juvenil, a irmã assistia, tentando pensar numa forma de tirar as duas dali, vivas.
- Ah não tem nada? - um terceiro falou, arrancando risos dos outros. Quatro aurores, ou seriam mercenários a serviço do ministério? A segunda opção era a mais plausível. E o que se pronunciou há pouco, cheogu mais perto da menina, e apertou seu tornozelo no ar, com força suficiente para tirar o osso do lugar, arrancando um berro de dor - Tem sim, pirralha. Seu projeto de escória! - cuspiu ele.
Aquele que partiu a varinha, chegou mais perto, e começou a vasculhar os bolsos da menina que sentia uma leve tontura, por ficar tanto tempo de cabeça pra baixo, o sangue literalmente estava chegando em sua cabeça. Não demorou muito para que ele encontrasse a jóia que Drina fora buscar. Enquanto o auror se distraía com o bracelete, a menina alcançou-lhe a perna com uma mão e cravou suas unhas, arranhando-o profundamente, lhe dando uma sensação de ardência e um urro de raiva escaparia de seus lábios.
- Sua vadiazinha! - sem pensar, *agitou a varinha e sem som proferiu, apenas movimentando seus lábios* - "Dolohov".
Com um baque surdo, ela caiu no chão, Druella estava estática no seu esconderijo. Os quatro aurores sumiram em segundos, com o que vieram buscar. O rosto da comensal que observava estava banhado de lágrimas, ela sabia que eles não tinham ordem para matar, por isso logo sumiram. Chegou perto da menina, que cuspia sangue, vendo seus belos olhos verdes perderem a vivacidade, e abraçou-a contra si, aparatando num local que sua irmã adorava, um bosque, coberto com suas folhas amarelas, e próximo de onde moravam.
 
[...]
 
Alguns meses se passaram desde o velório e enterro de Drina Rosier, a irmã e melhor amiga de Druella. Ela sentia dores de cabeça intensas e não conseguia ficar no mesmo cômodo que outra pessoa. Havia se isolado do mundo achando que a dor de perder a pessoa que mais amava passaria dessa forma, até que alguém adentrou seu quarto. Ela pôde sentir algo diferente e estranho, que não era dela, a essência daquele sentimento a fez se lembrar de seu primo Kamus. A mulher que estava encolhida em posição fetal no chão de seu quarto, levantou os olhos inchados de tanto chorar, se deparando com um par de olhos verdes que a fitavam preocupados. Uma das poucas vezes em que eles não esbanjavam ironia, deboche, nada... Apenas uma preocupação que gritava e transbordava, fazendo a mulher ficar sem rumo. 
 
- Drakos... VÁ EMBORA! - a voz havia falhado no início da frase, mas o berro de sua reação de repulsa apenas o assustou momentaneamente, entretanto, ainda assim o homem não se intimidou, ele se aproximou e a pegou nos braços, fazendo com que ela chorasse desesperadamente.
- Druella... Não vou te machucar.
- Não quero sua pena ou misericórdia, não preciso disso, não estou tão miserável assim!
- Drue... Mas o quê?
- Eu sei que você está preocupado, mas ao mesmo tempo está sentindo pena de mim... Não quero que você sinta pena! É horrível!
- Desde quando você é empata?
- Em-o-quê? Vá embora, você está me dando dor de cabeça... 
- Você adquiriu empatia, minha cara... E deve ter sido após a morte da Drina.
 

Druella Melinoe Rosier encarou seu primo Kamus com olhos assustados, mas ao invés de sentir pena que outrora viera dele, sentiu admiração e um leve espanto. Um meio sorriso se formou em seus lábios, e retribuiu o abraço do rapaz, mais tranquila agora que havia alguém que a compreendia, mesmo não dominando seu dom por completo.

---x---

Seis anos haviam se passado desde o trágico momento da morte de uma jovem garota Rosier, Melinoe - hoje com quase 27 anos, havia se consolidado como uma comensal de renome no "underworld", seu coração antes puro e sua mente quase inocente, hoje mostravam-se deturpadas e psicóticas. Matar havia se tornado uma tarefa mais simples com o estranho dom que havia sido concedido. E foi por isso, que o Lord a escalava em quase todas as missões, uma vez que metamorfomaga havia sumido no mundo. Wilbourne Schelling, ordenou com toda a pompa que achava que possuía, ela deveria buscar a pessoa que tivesse o talismã do desespero, uma vez que ela era empata ela podia sentir esta emoção. A comensal então, foi procurar em Paris, aparatou na capital francesa e deixou seu dom fluir e absorver o que tinha sua volta. Sentia o vento em seus cabelos castanhos e tudo o que pôde distinguir numa massa difusa de sentimentos foram diversos trouxas fracassados, casais fofos em uma espécie de lua de mel e coisas do gênero, mas sem desespero. Ela começou a caminhar com seu salto negro no asfalto, indo em direção à rua das ilusões que ficava por ali. A avenida dos sonhos partidos poderia abrigar seu talismã, e nessa busca incansável de Wilbie, ele mandava Druella. Desta vez, ela havia pedido que alguém a acompanhasse, o escalado fora Kamus Arkwright, seu sarcástico primo.
Viu de longe um vulto negro se destacar na multidão, a sede de sangue gritava contra ela e mulher soube logo de quem se tratava, adiantou-se até ele com um sorriso cruel:
 
- Olá, primo.
- Onde raios você estava?
- Shhhh! Ou vai atrair uma atenção que não precisamos... Eu preciso localizar o desespero... Mas só encontro frustrações... 
- O que sugere? Que eu cause o desespero nessas almas?
- Não, esperto! Você vai capturar o talismã, assim que eu localizar e fizer o feitiço..
- Você me chamou pra isso?
- Eu sei que você me ama, Drakos.
- Claro, Melinoe... Claro.... Anos treinando essa bendita dessa empatia, e ainda não sabe dizer o que sinto.
- Talvez, se você me deixasse chegar mais perto... Não tivesse tantas barreiras... Eu pudesse dizer, ainda não faço milagres. - o homem riu de forma irônica e começou a caminhar, deu um olhar para a mulher lhe acompanhar.
 
Continuaram andando em silêncio, a medida que a tarde avançava para a noite, a ruas das ilusões começou a se iluminar, e a mulher sentira um fio de desespero próximo a si. Canalizou a emoção, enquanto caminhava na direção da mesma, de olhos fechados. O comensal que a acompanhava apenas observou a ação até o momento em que ela parou diante de uma garota de mais ou menos 17 anos. Druella levantou as pálpebras, deixando suas orbes verdes encarar a menina, sorriu satisfeita e como uma serpente que se enrosca, ela passou os braços envolta do ombros da menina e sussurrou:
 
- Você vai me acompanhar... Estava te procurando... Sem gritos. Por favor. - inspirou profundamente e deixou uma falsa calma transbordar para a menina. 
 
A garota sem relutância a seguiu, bem como o seu acompanhante. Havia, não muito longe dali, um galpão abandonado, os três adentraram o local e com a pouca iluminação que havia da luz da lua, Kamus olhou a prima se distanciando e *apontou a varinha diretamente para a garota*:
 
- Immobilus! - imediatamente ela ficou paralizada, somente seus olhos demonstravam algo: o Desespero.
 
Druella sorriu diante da cena, *apontou, também, sua varinha para a menina e recitou*:
 
- "Caos e trevas sairão de você...
Engolida será pela sua própria escuridão.
E o desespero nosso se tornará, então."

 
Ao final das palavras, a garota já havia virado pó, mas o talismã não parecia emitir poder nenhum, ainda assim, Kamus o pegou, deu uma olhadela rápida e guardou-o no bolso. Druella se aproximou, tentando sentir o que era a emoção do momento, sem sucesso.
 
- Drakos, você é impossível.
- Melinoe, você está enferrujada.
 

E aparataram ambos dali.

---x---

Sabe manejar com excelente maestria o arco e flecha, tendo aprendido com seu primo Kamus. 
Drina, a caçula foi morta por Aurores.
Cedric não se sabe onde está, alguns dizem que morreu, outros dizem que não. Eis a questão.
Quando crianças, os quatro irmãos eram muito próximos.
A separação brusca transformou Druella numa sádica que hoje tem prazer na tortura e na morte, além de nutri um ódio doentio por Aurores, fazendo com que ela cace um a um e dê fim em suas vidas, da forma mais dolorosa e sangrenta possível.
Chegou a ser presa junto com Cedrella, mas conseguiu fugir, dizendo que tentaria tirar a irmã da prisão de todas as formas.

Aqui você pode adicionar mais fotos em meio aos textos, tente colocar uma pequena descrição sobre quando aquela foto foi tirada, tente ser criativo e adicionar fotos conforme o contexto da trama, e nunca ultrapasse a largura de 700 px para não deformar o template

Obs: Você pode alterar cor da font, cor de fundo, e até mesmo o tipo da font, apenas não modifique a estrutura do template

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